Vim de qualquer parte de uma Nação que ainda não existe Vim e estou aqui! Não nasci apenas eu nem tu nem nenhum outro... mas irmão. Mas tenho amor para dar às mãos-cheias. Amor do que sou e nada mais. E tenho no coração gritos que não são meus somente porque venho de um País que ainda não existe. Ah! Tenho meu Amor a todos para dar do que sou. Eu! Homem qualquer cidadão de uma Nação que ainda não existe. «José Craveirinha» 1991 (Prémio Luís de Camões)
Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007
A dor de perder um filho
Hoje estou sem palavras, porque estas estão encravadas na garganta. Este fim de semana uma colega minha perdeu um filho jovem em Inglaterra quando este ao mergulhar num rio embateu com a cabeça e faleceu.
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Sem palavras
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2 Kuanto Baste:
Acredito que seja a dor mais profunda que temos de enfrentar...
Without words...
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