Vim de qualquer parte
de uma Nação que ainda não existe
Vim e estou aqui!
Não nasci apenas eu
nem tu nem nenhum outro...
mas irmão.
Mas
tenho amor para dar às mãos-cheias.
Amor do que sou
e nada mais.
E
tenho no coração
gritos que não são meus somente
porque venho de um País que ainda não existe.
Ah! Tenho meu Amor a todos para dar
do que sou.
Eu!
Homem qualquer
cidadão de uma Nação que ainda não existe.
«José Craveirinha»
1991 (Prémio Luís de Camões)
2 Kuanto Baste:
vamos lá ver se não chove desta vez ;) figas
beijo grande
irina
Estive lá e fiz umas fotos (para o arquivo do Almada Cultural).
Sa próxima vez, podem informar-me com antecedência para o mail
debaixodobulcao@gmail.com
e assim, além de fazer uma peça para o Almada Cultural talvez dê também para uma reportagem no jornal Notícias da Zona (que é onde eu trabalho)
António Vitorino
www.zonapress.pt
http://almada-cultural.blogspot.com
http://vitorinices.blogspot.com
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