Vim de qualquer parte de uma Nação que ainda não existe Vim e estou aqui! Não nasci apenas eu nem tu nem nenhum outro... mas irmão. Mas tenho amor para dar às mãos-cheias. Amor do que sou e nada mais. E tenho no coração gritos que não são meus somente porque venho de um País que ainda não existe. Ah! Tenho meu Amor a todos para dar do que sou. Eu! Homem qualquer cidadão de uma Nação que ainda não existe. «José Craveirinha» 1991 (Prémio Luís de Camões)
Quarta-feira, 25 de Março de 2009
Sexta-feira, 20 de Março de 2009
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